Assumo as campanhas de e-commerces que já faturam 6 dígitos e travaram.
Quando a loja chega nos R$ 100 mil por mês, o problema deixa de ser tráfego e passa a ser o que acontece com a margem quando você aumenta a verba. É exatamente aí que eu entro: Meta e Google Ads geridos por CAC e margem de contribuição, não por print de ROAS.
Analiso sua conta e sua loja antes da conversa · Sem compromisso · Poucas vagas por mês
Produto físico, ticket definido e margem que aguenta mídia paga.
Cada categoria tem sua lógica de compra, sua sazonalidade e seu teto de frequência. Estas são as que eu conheço por dentro.
Seu e-commerce não parou de crescer por falta de tráfego.
Ele parou porque a conta que te levou até aqui foi construída para o patamar atual, não para o próximo. Três sintomas aparecem sempre.
O CAC sobe mais rápido que a receita
Você dobra a verba e o faturamento cresce 30%. O público quente acabou e a conta passou a pagar caro por gente que ainda não conhece a sua marca.
O criativo campeão morreu e não tem fila atrás
Um anúncio segurou a operação por meses. Quando ele cansou, não existiam dez ângulos testados esperando a vez e o faturamento caiu junto.
O ROAS parece bom e a margem some
Remarketing e cliente antigo inflam o número do gerenciador. Na planilha, o pedido novo custa mais do que deixa. Faturamento sobe, lucro não.
O teto dos 6 dígitos quase nunca é do mercado. É da estrutura da conta.
A mesma configuração que levou sua loja até aqui é a que impede de passar disso. O ciclo costuma ser este:
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01 · O que existe
Uma ou duas campanhas vencedoras, um criativo campeão e público quente que já conhece a marca.
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02 · A decisão
Para crescer, você aumenta a verba nessa mesma estrutura, porque é a que vem funcionando.
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03 · O que acontece
A demanda quente é finita. A verba extra vai buscar público frio, que custa mais caro e converte menos.
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04 · O efeito
Um único ângulo criativo não convence quem nunca ouviu falar de você. O CPA sobe e a margem por pedido cai.
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05 · O desfecho
Você corta verba para salvar o ROAS, o faturamento volta ao patamar antigo e a conclusão vira "meu nicho não escala".
Não é o mercado que saturou. É a conta que nunca foi preparada para comprar público frio. Enquanto isso não muda, aumentar verba só acelera o prejuízo.
Três alavancas, nessa ordem. Verba é a última.
Não existe botão mágico no gerenciador. O que existe é reconstruir a conta para que ela consiga comprar cliente novo sem destruir a margem. É isso que eu faço nos primeiros 90 dias.
Ângulo, não variação
Mudar cor de fundo e trocar a trilha não é teste, é retrabalho. Eu testo ângulos diferentes de compra: dor, resultado, comparação, objeção, prova, uso, preço. Cada ângulo abre uma porta nova de público frio que o criativo campeão não alcançava.
Efeito: sua conta deixa de depender de um anúncio só.
Aquisição separada de recompra
Na maioria das contas travadas, remarketing e cliente antigo estão dentro do mesmo número e mascaram o custo real de trazer gente nova. Eu separo as duas coisas e passo a medir CAC de cliente novo como métrica de escala.
Efeito: você para de escalar em cima de venda que já era sua.
Decisão por margem, não por ROAS
ROAS ignora custo de produto, frete, taxa e devolução. Antes de subir qualquer verba, eu monto a margem de contribuição por pedido e defino o teto de CAC que a sua operação aguenta. A partir daí, escalar vira decisão aritmética.
Efeito: crescimento que aparece no lucro, não só no faturamento.
Você não precisa de mais uma agência. Precisa de alguém dentro da sua operação.
A maioria dos donos de e-commerce que chega até mim já queimou dinheiro com agência. Aqui funciona diferente.
- ✕ Você fala com gerente de contas júnior, nunca com quem executa
- ✕ Sua loja divide atenção com mais 300 contas na carteira
- ✕ Ninguém abre a sua planilha de margem: o relatório para no ROAS
- ✕ Criativo em template, mesmo layout que roda em outros dez clientes
- ✕ Fidelidade de 6 a 12 meses; se não funcionar, azar o seu
- ✕ Conta de anúncio e pixel no BM da agência, saída com dor
- ✓ Você fala direto comigo: quem pensa a estratégia é quem executa
- ✓ Poucas contas por vez, por escolha, para conseguir entrar na operação
- ✓ Meta de CAC definida a partir da sua margem, antes de subir verba
- ✓ Fila de ângulos novos toda semana, para o criativo nunca ser gargalo
- ✓ Sem fidelidade forçada: você fica porque o número fecha
- ✓ Conta, BM, pixel e dados sempre no seu nome. Saiu, sai com tudo

60 operações escaladas. R$ 32,5 milhões gerados em vendas.
Sou Bruno Cosendey. Passo o dia dentro de conta de e-commerce: leilão, criativo, CAC e margem. Não vendo pacote de post nem relatório bonito. Vendo uma coisa só: fazer a sua loja comprar cliente novo por um preço que a sua margem aguenta, todo mês.
- ✓ Decisão tomada em cima de margem de contribuição e teto de CAC, não de ROAS de gerenciador
- ✓ Produção de criativo inclusa: estáticos, vídeo e roteiro de UGC com ângulos testáveis entre si
- ✓ Meta e Google Ads na mesma mesa, com papel definido para cada canal
- ✓ Relatório semanal em linguagem de dono e reunião estratégica mensal
- ✓ Conta, BM, pixel e dados sempre no seu nome, do primeiro ao último dia
- ✓ Poucas contas por vez. Se eu não conseguir entregar, eu não pego
Do diagnóstico ao plano de escala, sem reunião de apresentação.
Diagnóstico de 20 min
Antes da conversa eu olho sua conta de anúncios e sua loja. Na call, aponto onde está o gargalo: criativo, estrutura, oferta, CAC ou conversão. Vinte minutos, direto ao ponto.
Plano de escala no papel
Meta de faturamento, teto de CAC calculado pela sua margem, ângulos a testar, verba e prazo. Você aprova o plano antes de qualquer campanha subir.
Execução, corte e escala
Criativos novos toda semana, leitura de números toda semana, corte do que não paga e escala do que paga. Você acompanha por relatório e fala comigo quando quiser.
Eu não pego qualquer conta. Melhor ser direto agora.
Se você se reconhecer na coluna da direita, o diagnóstico não vai te ajudar e eu não vou te vender nada.
- ✓ Sua loja já fatura a partir de R$ 100 mil por mês, com produto validado
- ✓ Você já investe em mídia de forma consistente e travou no patamar atual
- ✓ Sua margem aguenta pagar por cliente novo e você sabe (ou quer saber) qual é ela
- ✓ Você quer crescer mantendo lucro, não só bater recorde de faturamento
- ✓ Está disposto a seguir um plano por 90 dias antes de julgar o resultado
- ✕ Você ainda está validando produto ou testando demanda
- ✕ Procura o gestor mais barato do mercado (meu fee começa em R$ 2 mil por mês)
- ✕ Espera resultado estrutural em sete dias, sem mexer em nada na operação
- ✕ Quer alguém só para "subir campanha" e não discutir oferta, preço ou loja
- ✕ Não pretende olhar margem por pedido nem compartilhar número de operação
O que perguntam antes de falar comigo.
Meu e-commerce fatura menos de R$ 100 mil por mês. Você atende?
Normalmente não. Meu trabalho é destravar conta que já tem produto validado, histórico de vendas e volume de dados suficiente para escalar. Abaixo desse patamar, o gargalo quase sempre é produto, oferta ou operação, e nenhum gestor de tráfego resolve isso com verba. Se for o seu caso, prefiro te dizer no diagnóstico a te vender um contrato que não vai funcionar.
Quanto custa a gestão?
O fee começa em R$ 2 mil por mês e varia conforme o escopo: número de canais, volume de criativos e profundidade da operação. O valor fechado sai depois do diagnóstico, quando eu já vi sua conta e sei o que precisa ser feito. Orçamento genérico antes de olhar a conta é chute.
Quanto preciso investir em mídia por mês?
Depende do seu ticket e da sua margem, mas para um e-commerce de 6 dígitos o piso costuma ficar em R$ 10 mil por mês de mídia. Abaixo disso, o volume de dados é pequeno demais para testar ângulos e escalar com segurança.
Em quanto tempo eu vejo resultado?
Ajuste de estrutura de conta e corte de desperdício costumam mexer no ponteiro nas primeiras semanas. O resultado que interessa, subir faturamento mantendo margem, aparece de forma consistente entre o segundo e o terceiro mês, quando os testes de ângulo já geraram dados suficientes para escalar.
Você produz os criativos ou eu preciso mandar?
Eu produzo. Criativo é parte do núcleo do trabalho, não um adicional: estáticos, vídeos e roteiros de UGC, sempre partindo de ângulos de oferta que possam ser testados entre si. Se você já tem banco de imagens ou material de produto, a gente aproveita.
Já tenho agência ou gestor. Como funciona a troca?
Começamos pelo diagnóstico da conta atual, que quase sempre já mostra onde está o gargalo. A transição é feita com você mantendo acesso e propriedade de conta de anúncio, business manager, pixel e dados. Nada fica no meu nome. Se um dia você sair, sai com tudo.
Você é agência ou profissional autônomo?
Sou um especialista com equipe enxuta por trás. Você fala comigo diretamente: sem gerente de contas, sem terceirização, sem ticket de atendimento. Mantenho poucas contas por vez justamente para conseguir estar dentro de cada operação.
Você atende qualquer categoria de e-commerce?
Atendo e-commerce de produto físico com operação rodando. Recuso conta quando a margem não sustenta mídia paga, quando o produto ainda não foi validado ou quando já atendo um concorrente direto.
Vinte minutos para saber onde está o teto da sua conta.
Você sai da conversa sabendo qual é o gargalo e qual seria o próximo passo, trabalhando comigo ou não. Se não houver fit, eu falo na hora: pego poucas contas por mês e não tenho interesse em vender contrato que não vai funcionar.